Não quero ser mal interpretado, de todo. Tenho um profundo respeito por tudo o que é sagrado - intocável, transcendente, portanto. Por qualquer motivo que seja... por crença ou fé, por temor, por princípio, pela dor maior da perda, por sentimento de culpa, enfim, respeito como respeito aquilo que de mais sagrado tenho.
Relembrar o que aconteceu no dia 4 de Junho na Praça de Tiananmen em Pequim revela muito desse respeito. Pela memória das vítimas, principalmente! Mas há também um fascínio incomensurável por esses jovens que se insurgiam contra o status quo e poderes instalados, representados nesta fotografia por um homem de camisa branca, o Homem do Tanque.
